Dona da história: Verena Reina, 34 anos, estudante, Santos, SP
Dono da história: Gilberto Cardoso, 48 anos, Divinópolis, MG
Casei de preto em uma sexta-feira 13
Assista ao vídeo do casamento da Vanice e do Eduardo. Imperdível!
Troquei a fortuna pelo meu grande amor
Assista ao depoimento de Sílvia
Fui pro meu casamento de busão
Um temporal alagou a cidade. O jeito foi pegar carona num ônibus para conseguir me casar
O Homem-Berinjela foi ao meu casório
Em vez dos noivos, foi ele quem abriu a festa no salão!
Meu filho nasceu com dois dentinhos
O Gu foi a estrela da maternidade. O médico disse que isso é raro, mas inofensivo
por Luiza Andrade
Evite tomar partido e tente equilibrar a atenção que dá a eles
Foto: Dreamstime
Eles aprenderam os mesmos valores e receberam o mesmo carinho, mas são muito diferentes entre si e vivem em pé de guerra. Um é meio bagunceiro; o outro não pode ver nada fora do lugar. Um quer ouvir som alto à noite; o outro prefere dormir cedo. Não importa o motivo, o resultado é sempre este: brigas, discussões, xingamentos e, no final, todo mundo de braços cruzados e cara amarrada.
Para devolver a paz ao seu lar, é preciso ter determinação. O primeiro passo é não tomar partido, porque sempre haverá mais de uma versão para cada história, diz Olga Tessari, psicoterapeuta de São Paulo. Os pais devem agir como mediadores e incentivar o diálogo, completa.
Em qualquer idade, quando uma discussão termina, é comum surgir um momento de raiva. Não adianta forçar uma reaproximação ou dizer que ele é seu irmão, você precisa amá-lo. Olga sugere respeitar esse período, desde que ninguém provoque novas brigas e seja malcriado. Logo a raiva passa e, pouco a pouco, os irmãos voltam a interagir. No site da especialista, ela dá mais dicas úteis sobre o relacionamento entre irmãos.
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